Em suma, Radiofrequência íntima é uma tecnologia bastante conhecida e utilizada para diversas finalidades. Tem obtido excelentes resultados para o tratamento e prevenção dos sintomas de flacidez vaginal, menopausa e de outras queixas que acompanham as mulheres com o passar dos anos.
A radiofrequência íntima utiliza ondas eletromagnéticas e sua aplicação nos tecidos da região genital gera um aquecimento local instantâneo que eleva a temperatura celular.
Como resultado, o organismo responde ocasionando a contração das fibras de colágeno, ativando os fibroblastos, provocando um estimulo à formação de novas dessas fibras (propiciando a neocolagênese), estimulando a vasodilatação, oxigenação, a nutrição dos tecidos, aumentando o trofismo, recompondo e restabelecendo a função de transudar da mucosa vaginal.
Antes de qualquer coisa, é importante lembrar que o tratamento com a radiofrequência intima somente pode ser executado por profissionais habilitados e bem treinados para o uso do equipamento.
Já que é um procedimento não-ablativo, a sessão é bastante tranquila para a paciente, que não precisa se ausentar das suas atividades cotidianas para recuperação. Sente-se apenas uma sensação momentânea de calor na região, sendo tolerável, e sem causar qualquer desconforto.
Há quem pense que aparelhos de radiofrequência intima tratam só a parte estética, mas isso não é verdade.
A radiofrequência intima, trata e previne diversos problemas fisiológicos que incomodam as pacientes, como:
- Secura vaginal;
- Dispareunia (dor na relação sexual);
- Incontinência Urinária de Esforço Leve;
- Envelhecimento Vulvar;
- Relaxamento/Frouxidão Vaginal;
- Flacidez da Vulva;
- Atrofia Vaginal;
- Disfunção Sexual.
Os resultados com a radiofrequência íntima são bem rápidos. Por isso, as vezes já é possível notar diferença nas primeiras sessões.
Em média, cada sessão dura de 8 a 20 minutos. O número indicado de sessões varia de 4 a 8, dependendo do objetivo do tratamento.